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Universidade da Beira Interior
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50 empresas em análise pela UBI
 
A UBI, em sintonia com os objectivos do projecto GESTINN, efectuou um mapeamento do perfil tecnológico de um conjunto de 50 empresas, com as quais tem mantido algum tipo de relação de cooperação (quer através de projectos em consórcio, quer através de integração de recém-licenciados, ou por meio da prestação de serviços de investigação e desenvolvimento tecnológico - IDT), procurando determinar a situação da procura de serviços de inovação, os níveis de cooperação das empresas com as universidades e o estado da propriedade industrial nessas mesmas empresas.

Em termos de caracterização das empresas seleccionadas e visitadas pode dizer-se que estas assumem uma dimensão média, já com uma estrutura de pessoal e volume de negócios significativo, sendo que mais de 50% das empresas visitadas possuem mais de 20 trabalhadores e 30% mais de 100. Quanto ao volume de negócios, mais de 70% das empresas apresentam um volume de negócios superior a 1M€ e mais de 30% superior a 10M€.

A grande maioria das empresas (82%) realiza actividades IDT. Apesar deste facto, a percentagem de IDT subcontratada é, ainda, reduzida (12%), destacando-se assim o papel importante das actividades de IDT internas (41%). É importante sublinhar que 50% das empresas auscultadas declararam possuir um departamento de IDT dedicado, traduzindo, assim, a importância assumida destas actividades na indústria, sendo, no entanto, o orçamento destinado ao IDT ainda bastante reduzido (~ 12% do VN).

Neste estudo, conclui-se, também, que uma percentagem significativa das empresas estudadas (31%) que realiza actividades de IDT, não colabora com instituições de ensino superior e/ou centros de investigação. Por sua vez, as empresas que colaboram (69%), reconhecem que a relação de cooperação tem sido de confiança e muito benéfica para a empresa. As empresas apresentaram como principais barreiras às relações de cooperação: os recursos financeiros escassos, o desconhecimento da oferta tecnológica das universidades e centros de investigação e o facto de não estarem muito informados sobre os mecanismos e incentivos de apoio à cooperação.

No que toca à preocupação das empresas analisadas com a propriedade industrial (PI), denota-se que estas assumem um direccionamento mais acentuado para o registo de marcas, nomes de estabelecimento e insígnias ou logótipos, do que para a protecção das invenções, como é o caso das patentes ou dos modelos.
 
 
 
 

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